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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Unreal | Série

No último domingo, eu vi no snap do Hugo Gloss, ele falando que a segunda temporada da série Unreal tinha começado e que tava babado! Ele falou tão bem e que tinha a primeira temporada no Netflix que eu corri para assistir. 

Umhum... Sou dessas!


A série conta como são os bastidores da produção de um reality show, envolvendo os dramas profissionais e pessoais da vida das personagens, principalmente de Rachel. A primeira temporada tem 10 episódios (bem curta) e está todinha disponível no Netflix. A segunda temporada já tem 2 episódios livres na internet. 


E, assim, a série é MUITO boa. Eu amei de verdade. Assisti a primeira temporada todinha em um dia (no domingo). Umhum. #vicios Foi a primeira série que me prendeu de um jeito que eu não conseguia ficar observando quantos minutos faltavam para acabar o episódio. Quando eu menos esperava, os 40 minutos já tinham ido embora e eu ficava "como assim já acabou?". 



É muito boa. Tão boa que eu tô sofrendo que acabou... Assim, ta rolando episódios novos semanalmente, mas eu (que tô de férias) tenho umas vontades de parar pra ter uma overdose de Unreal, mas não tenho um taaaaaanto de episódios para assistir. Quero milhooooooes de episódios. hahahahaha 

Já conhecem? Se não, divirtam-se e vamos torcer para que a segunda temporada seja mais longa! ;) HAhaahhaha.

Beijinhos,

Tacy.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Vilões mais odiados na TV/Literatura/Cinema

Eu vi esse post no blog Amiga da Leitora e resolvi fazer aqui no Radar também. O que é bom a gente aprende né? hahaha. Então, vamos lá. Vou falar dos personagens que mais me marcaram de tanto ódio e falta de paciência. Hahaha. ;)

Começando com Game of Thrones, que tiveram seus livros adaptados a um seriado de muito sucesso, não tenho como não falar do Joffrey Baratheon. Esse menininho novinho e que se tornou rei muito cedo era desprezível. Hipócrita, arrogante, boçal... Gente, nunca na minha vida eu desejei tanto que um personagem passasse na fila da morte como ele. Jesus! Como eu odiei esse menino! 

Cersei! Aff. Cersei era a mãe de Joffrey e como essa mulher é cínica, descarada e dissimulada. Eu já tive tantos picos de ódio dessa mulher que nem sei... Nem consigo contar. Com certeza, é top 2 na minha lista de personagens odiados da literatura/TV. 

Sansa Stark! Game of Thrones dominando em peso né? Sansa entrou na lista por causa do inicio! Eu super odiava ela. Atualmente, até tenho começado a ficar com pena dela, mas que ela me dava ódio com aquela devoção (que ela achava que era amor) cega dela, me dava!

Presidente Snow! Misericórdia! Não sei quem eu elejo no top 1: se ele ou se Joffrey, porque  aqui é pau a pau. Não bastasse a miséria e sofrimento que o povo, da trilogia Jogos Vorazes, vivia, esse homem ainda inventava aquele jogo, onde só um saía vivo. E que homem sem piedade e sem integridade! Eu odiava ele com todas as minhas forças! Haha.

Esses são meus personagens mais odiados. Game of Thrones tomou conta do post né? Mas eu não tenho como falar de outros vilões, porque, nessa lista, só tem personagem da literatura e TV ou literatura e cinema e, nesse momento, não consigo lembrar de outros nomes. 

Não teria como falar de Harry potter, porque não sou fã da saga e tem o vilão de Sherlock Holmes, mas eu estou tão desatualizada que nem me lembro mais. Hahaha. E vocês? Quais os personagens que vocês mais odiaram?

Beijinhos,

Tacy.


sábado, 2 de abril de 2016

Game of Thrones no Netflix

Geeeente, quem acompanha o blog sabe que eu sou super fã e apaixonada por Game of Thrones né? Então... Ontem eu fiquei sabendo que o inacreditável aconteceu: GOT agora está no netflix!!!

Geeeente, pára tudo! Não é preciso mais ficar procurando os episódios por aí em sites online ou mesmo ter que fazer download! Desde que eu acompanho a série eu sonhava em poder ver no netflix e esse dia chegou! \o/


Quem não acompanha a série ainda, não tem mais desculpas e esse recado serve para  meu namorado e minha irmã também. kkkkkkkk.

Beijinhos,

Tacy.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Scandal | Série

Minha gente, como estou passada com essa Shonda Rhimes. Acreditam que ela é, também, a autora de Scandal? E de Private Practice, além de Grey's Anatomy? E eu to passada, porque estou assistindo Scandal e a série é simplesmente maravilhosa.

Shonda escreve 3 séries de super sucesso! Como assim, gente? De onde ela tira tanta história? De onde vem tanta criatividade? Queria um pouquinho só para mim!


Scandal tem como personagem principal Olivia Pope, ex- consultora de comunicação da presidência dos EUA e advogada de sucesso de Whashington DC que é responsável por resolver/consertar grandes problemas, antes que eles se tornem públicos. E os problemas envolvem muita política, eleições e negócios. Ou seja, ela é responsável por proteger a imagem dos "peixes grandes" dos Estados Unidos.



A contradição da série é que Olivia Pope e sua equipe, mesmo sendo experts em consertar a vida dos outros, são fraquíssimos em consertar suas próprias vidas! E a gente vê o tanto de drama que aparece quando se trata da vida pessoal de Olivia Pope and Associates. Kerry Washington é a atriz que estrela a série brilhantemente e a gente se apaixona por Olivia Pope e seu poder, sua inteligência, sua determinação e sua confiança. 



A série é baseada em uma pessoa real, Judy Smith (na foto acima), uma afro-americana, especialista em gestões políticas e ex-assessora da Casa Branca. Shonda disse que ficou maravilhada em conhecer um afro-americana que se tornou uma liderança feminina e ter sua série baseada nisso. E aí a gente ama mais ainda né? Porque Shonda traz pessoas reais com poderes e conflitos reais. Sem estigma de cor de pele, opção sexual, escolha religiosa entre tantos outros estigmas. Ela vem redefinindo o conceito de beleza, do que é ser sexy, do que é ser negra, porque a única coisa que separa uma pessoa da outra, como disse Viola Davis, é a oportunidade.



E como não falar dos looks de Olivia?? Que mulher elegante!!! Looks clássicos, elegantes e chiques. Excelentes ideias para quem trabalha em ambientes que pedem esses trajes: legislativo, executivo, judiciário, grandes empresas e até quem trabalha como executiva.

E vocês? Já conheciam Scandal? Gostam?

Beijinhos,

Tacy.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Viciada em séries

A greve acabou...

Minha uni ficou em greve por quase 5 meses e, nesse período, eu fiz de um tudo: fui pro estágio, viajei, assisti filme, li (muito pouco por sinal), comi (até demais, my God), voltei a correr (como amor, melhor atividade ever) e assisti (e muito!) seriados.

Geeeente, vocês não têm noção... 

Posso citar aqui? Bora lá.

Eu assistir as primeiras temporadas de Narcos e How to get away with murder que, inclusive, já comentei aqui no blog. A segunda temporada de Narcos ainda não foi liberada, mas a de How to get away with muder já está passando nos EUA (essa semana sairá o sexto episódio e eu tô looooouca pra ver). 


Das séries já terminadas, eu tenho uma lista de várias que quero assistir e algumas eu já risquei da lista. Outras eu inverti a prioridade e tô caminhando. Hahahaha. Bem, nesse período eu vi: Drop Dead Diva, Desperate Housewives, Prison Break, Revenge e tô vendo Lie to me (isso porque depois de Lie to me, já tem Scandal na lista, depois Orange is the New Black e várias outras. kkkkkkkkk).

Algumas pessoas podem achar pouco e, outras, muito, mas eu vi foi muita coisa e tenho muita coisa dessas séries pra contar por aqui.



How I met your mother - Essa série eu comecei a ver no Canada e terminei aqui no Brasil. Já fiz resenha dela aqui no blog e fez parte da lista de séries que fizeram parte da minha greve.



Drop Dead Diva - eu gostei. Achei legal, meio menininha, mas a personagem principal acaba ficando irritante. Foram 6 temporadas e eu já falei dessa série aqui no blog. 



Desperate Housewives - essa série foi tipo Friends em minha vida. Ouvi uma pessoa falando tão bem uma vez que decorei o nome e nunca esqueci pra assistir algum dia na minha vida. Esse(s) dia(s) já chegou. Hahahaha. Ameeei a série, mesmo ficando constantemente irritada com alguns comportamentos das personagens principais. Foram 8 temporadas que eu vivi a vida dessas donas de casa. Hahahaha.



Prison Break - Aff..... Sem comentarios pra essa série. O que foi esse seriado, minha gente? Eu não viciei, eu fiquei mais do que viciada, gente. Apaixonei por Michael Scofield, sua inteligência, seu olhar, seu jeito. Aff.... Amei tanto que assisti as 4 temporadas em 5 dias. Humrum... Sério! 



Revenge - Sem comentários pra Revenge. Eu já assistia, esporadicamente, alguns episódios desde que tinha sido lançada, mas, ano passado, depois de um fim de semana na casa de amigos lá em Saint Catharines (Canada), decidi que ia ver todinha, episódio por episódio, acompanhar a história do começo ao fim. E foi assim que vi as 4 temporadas em 1 semana. Adorei, mas eu acabaria a série na terceira temporada. Acho que terminaria mais no frisson sabe? Hahahaha.



Lie to me - Essa eu ainda to assistindo, porque comecei já no retorno das aulas, então preciso dividir meu tempo né? Mas to amando. Um detetive que usa as expressões faciais/emocionais das pessoas pra desvendar os casos de polícia. Hahahaha. É bem legal e da pra aprender muito!

E vocês? São viciadas(os) em séries também? O que assistiram nos últimos tempos? Ou o que estão vendo por agora?

Eu vivi um relacionamento sério, seríssimo, com o Netflix! ;)

Obrigada por existir, Netflix. <3

Beijinhos,

Tacy.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Novas séries: Narcos e How to get away with murder

Aposto que todo mundo já ouviu falar de pelo menos uma das duas séries do título desse post. Sao duas séries novas que estão dando o que falar. Todo mundo ta assistindo, todo mundo ta comentando sobre. No snap só se fala sobre isso. Primeiro foi Narcos e, agora, é How to get away with murder.


Narcos é estrelada por nada mais nada menos que nosso Wagner Moura que eu sou super fã. Ele vive Pablo Escobar, um traficante que fez história na Colômbia. Para se preparar pra esse papel, Wagner foi passar um temporada lá na Colômbia, estudando e treinando espanhol, além de, claro, estudando sobre a personagem. A série conta com grandes nomes Boyd Holbrook e Javier Peña (que fez Oberon Martell em game of Thrones).


É uma série produzida pelo Netflix e a primeira temporada (de 10 episódios) já está disponível. Devorei em dois dias! A história é incrível, Wagner Moura tá arrasando no papel, apesar de algumas pessoas falarem do espanhol dele (quem lembra disso? Acho até que tá ótimo. Pra quem aprendeu pra fazer o papel... Ele tá é arrasando) e é mais uma combinação de atuação de Wagner Moura com direção de José Padilha (os dois que estiveram juntos em Tropa de Elite!).



How to get away with murder eu comecei a ver, porque todo mundo tava indicando no snap. Não deu outra. Aff... Terminei a primeira temporada (que já está todinha disponível no netflix) em dois dias. Me embebi de How to get away with murder e já vi os novos 3 episódios da temporada 2 que tá passando nos EUA. Viola Davis que vive a professora de Direito Annalise dá um show de interpretação e não foi atoa que ganhou o Emmy de melhor atriz de série dramática (com essa série. E o discurso dela, recebendo o prêmio, foi lindo lindo lindo).

O nome por trás de toda a história que prende a gente junto aos estudantes de Direito e à professora é ela mesma: Shonda Rhimes, a responsável por outros grandes shows como Grey's Anatomy, Scandal e Private Practice. Não posso negar que ela é um monstro pra escrever série, mesmo eu tendo pego odiozinho dela por causa de algumas de suas escolhas em Grey's. 

Mas...

Tá aí...

Pra quem quiser assistir, pesquisar, se interessar.

As duas séries são ótimas e estão no comecinho. A primeira temporada de ambas está disponível no netflix, as histórias são incríveis e fica a indicação desses dois novos seriados muito bons.

Beijinhos,

Tacy.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Drop Dead Diva | Série

Mês passado eu assisti o seriado norte americano Drop Dead Diva, um seriado que fala sobre a aspirante a modelo Deb e a advogada Jane. No primeiro episódio Deb  morre em um acidente de carro, não aceita a morte e, lá o céu, acaba apertando um botão de retornar à terra. Acontece que ela não retorna na mesma matéria (no mesmo corpo), a sua alma retorna no corpo da advogada Jane (Brooke Elliot) que estava em uma mesa de cirurgia por causa de um tiro que ela levou. 

O seriado, apesar de ter toda essa história inicial, não é sobre morte, reencarnação ou espiritismo. A história começa assim e quer mostrar que o amor verdadeiro vence barreiras e é independente de qual tipo de corpo físico a pessoa tem. Além disso, como a nova Deb (Jane) era gorda, com um biotipo totalmente oposto ao pregado como lindo e perfeito (magro, sem defeitos etc), a série, inicialmente, tratava sobre o assunto preconceito contra os gordinhos (explorava esse assunto estereótipo das aparências), falava como era o sentimento e o olhar sobre isso através de uma pessoa gordinha e quebrava padrões de beleza com sua protagonista (já tinha amado por isso!).

A série durou 6 temporadas (2009-2014), com 13 episódios cada uma e os episódios tinham uma uma média de 41-42 min. Com uma mistura de drama com comédia e um pouco de fantasia, tinha tudo para ser maravilhoso. Digo isso, porque, inicialmente, eu achava a série maravilhosa (bem elaborada, engraçada e tratava dos assuntos iniciais como o preconceito, por exemplo, além da protagonista ser uma mistura da sensibilidade da modelo com a inteligência da advogada).

Entretanto, com o decorrer das temporadas, achei que a série se perdeu. A protagonista se tornou chata, um pouco egoísta e era só sobre ela amar o carinha lá, Grayson, (desde o corpo de Deb e no atual de Jane) e fazer coisas que não condiziam com o estado dela atual, que era ser Jane. Sei lá. Achei que ficou perdida. Até as co-protagonistas Stacy (April Bowlby), a melhor amiga de deb/Jane, e Terri (Margaret Cho), a assistente de Jane, ficaram com suas histórias perdidas e sem propósito/rumo na série. :/

Infelizmente, eu não terminei bem a série, pois queria que tivesse continuado com o propósito inicial que eu amava MUITO (me divertia, refletia, fazia um monte de coisa!) e dava umas boas risadas. Acredito sim que o amor vai além do corpo físico, mas querer colocar na mente da gente que as duas almas (Deb e Grayson) em dois corpos diferentes se amam muito e automaticamente é forçar demais a minha pobre cabecinha (e eu tentei viu!?). Achei desnecessário sérios acontecimentos, mas dá pra assistir até o fim. :D

Beijos,

Tacy.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Jogos Pan-Americanos 2015!!

É hoje!! Daqui a pouquinho haverá a cerimônia de abertura dos jogos pan-americanos. Esses jogos são muito especiais para mim, pois acontecerão em Toronto (my place), lugar incrível que eu tive o super privilégio não só de conhecer, mas de viver. Infelizmente, não estou lá fisicamente (se tivesse, teria me candidatado como voluntária), mas estou em pensamento e vibrações. 


O dia inteiro hoje fui marcada e recebi links de reportagens falando sobre os jogos e a abertura hoje. Meu snapchat (dos amigos que estão por lá) só tem isso! E eu fico aqui só vendo... Desejando... Vibrando...



Fico só matando a saudade por vídeos, fotos.. Ah Torontinha linda!!!


Há poucos minutos atrás, li uma reportagem falando que minha uni querida (York University) tá "abrasileirada" (de novo!). Ô saudade. Aquele lugar é incrível! 


O que posso desejar, agora, é que seja um sucesso (e será. O pessoal canadense é MUITO organizado!) e que o Brasil e seus atletas arrasem por lá. Aproveitem que é verão!

Beijinhos,

Tacy.

terça-feira, 30 de junho de 2015

How I met your mother | Série

Geeente, demorei, mas, enfim, assisti essa série que é awesome!!!! Ainda tô aqui em meio a uma mistura louca de emoções, tentando lembrar cada pedacinho das cenas da série... Incrível. Aff.. Não sei se posso dizer que amei, porque, no início, eu não amava (assistia, porque, na verdade, eu persistia e queria descobrir essa série tão falada e amada por muitos), mas, a partir do meio da terceira temporada e quarta, a série foi ficando maravilhosa. O vício tava tão grande que eu viajei para curtir o São João meio chateada (porque não iria conseguir assistir durante aqueles dias). A última temporada me fez ficar com uma raiva de certos episódios (coisa que, na verdade, ocorreu durante a série inteira), mas aí foi chegando no finalzinho mesmo e eu fui voltando a adorar, a me emocionar (até chorar!). Até chegar nos últimos segundos e tipo whaaat? whaaaat? whaaaaat? O final me deixou surpresa (não foi positivamente, mas também não foi negativamente. Mas eu meio que esperava outra coisa em um certo detalhe).





Por isso que eu disse que tô aqui em uma mistura louca de emoções. Não consigo conter, controlar, arrumar os pensamentos, depois dessa bagunça, mistura, confusão de sentimentos que a série me causou. As lições que a gente tem durante a série toda são maravilhosas e de muito valor, mas a lição que vem junto com o último episódio... Tipo.. Sem palavras. É inevitável (pelo menos comigo), não (re)pensar a vida, as atitudes, as amizades e o amor que é a base de tudo e ele está aí pra todo mundo (Thank God que eu jeca encontrei o meu <3). O que vale a pena na vida? O que a gente vai levar dessa vida? Ela mostra o quanto a vida é imprevisível e, por isso, perfeita.





É uma série leve, descontraída, premiada e que arranca umas boas risadas (algumas vezes). No ano de 2030, Ted Mosby (Josh Rodnor) conta para seus dois filhos (uma filha e um filho) a história de como conheceu a mãe deles (por isso o nome How I Met Your Mother) e, junto com Ted, vem seus 4 amigos Robin (Cobie Smulders), Barney (Neil Patrick Harris), Lily (Alison Hannigan) e Marshal (Jason Hegel) e suas histórias, aventuras, conflitos e situações engraçadas juntos. A série começou em setembro de 2005 (pós Friends) e terminou em março do ano passado (2014) após 9 temporadas, se passa em New York, os atores atuam muuuuuuito e ela foi legen.... wait for it... dary. kkkkkkkk. Ela foi lendária! Depois de amor, odiar, gostar muito, me chatear, ficar com raiva etc e tal, posso que amei sim a série. E indico!





"Os melhores momentos não valem a pena se você não tiver amigos pra compartilhar deles."

Beijinhos,

Tacy.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Death Note | Anime

Eu nunca fui muito amigável com os animes da vida. Desses desenhos japoneses, eu gostei mesmo de Pokemon e Cavaleiros do Zodíaco. Entretanto, quando pensei em continuar, desisti, porque Digimon acabou com a minha animação. Aí vieram tantos outros e eu nunca me interessei. Até agora. E não foi por mim, foi por insistência do meu namorado. Uma amiga minha já tentou várias vezes me fazer assistir algum anime, sempre me falava de Naruto, mas eu nunca cedi. Com meu namorado foi a mesma coisa, mas com tamanha insistência todos os dias em meus ouvidos eu disse "ta bom. Bora assistir." Hehehe.



E foi assim que eu vi o 1º episódio de Death Note e não quis parar mais. Que coisa mais viciante. Eu viciei tanto que precisei (várias vezes) chamar meu namorado para assistir comigo, porque na hora do tempo livre, tudo o que eu pensava em fazer era assistir Death Note. E eu virava noites assistindo. Não conseguia assistir um episódio e ir dormir sem saber o que aconteceria no próximo. Eu dormia mesmo, porque tinha minhas "obrigações" no dia seguinte. Imagine você que cai no mundo dos humanos o "caderno da morte" e lá, qualquer nome que se é escrito, a pessoa acaba morta. Foi assim que Light Yagami começou a eliminar qualquer pessoa que atrapalhasse o bem estar social (em qualquer parte do mundo) e isso, claro, chamou a atenção de autoridades do mundo inteiro. Mas eis a questão pra gente: "seria Light um herói ou um assassino? Ele estaria fazendo o bem para o mundo ou sendo um assassino como os outros que ele eliminou?"



Gênios. Os japoneses são gênios. Quanta inteligência em um desenho só. Engraçado que eles tratam de forma tão comum e "parte da gente" coisas que são problemas da sociedade, do ser humano e que a religião vem há anos abordando. Vaidade. Orgulho. Poder. Aquela famosa frase, "quer conhecer um homem? Dê poder a ele", nunca fez tanto sentido para mim como nesse desenho. O personagem principal (Light) faz coisas que nem passava pela minha cabeça. Muita sacada genial. 



Quem já assistiu sabe do que eu estou falando. E quem nunca viu, deveria tentar. É muito inteligente e instigante esse anime. Aliás, o que é que vem do Japão que não é instigante? Morro de vontade de conhecer esse país. A cultura japonesa é fascinante!

Beijinhos,

Tacy.


Imagens: Reprodução

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Sex and the city | Série

Mais um série para a lista das que eu completei. Assisti todas as 6 temporadas dentro do período de 1 mês. Não foi uma série que ameeeeeeei muito, mas também não odiei. Na verdade, ela é diferente do que eu imaginava, mas que foi me agradando com o tempo. Indico para quem ta na fossa, acabou de terminar um relacionamento. É bem gostoso e dá para aprender muita coisa sobre homens e relacionamentos através da vida/relações íntimas de 4 amigas solteiras.


Como eu disse, a série (comparada com Friends ou Grey's Anatomy) é curta, tem apenas 6 temporadas de episódios de curta duração (em média 23min) e com um número de episódios por temporada bem curto também, em média 18 episódios por temporada e apenas 8 na quinta temporada (por causa da gravidez da atriz Sarah Jéssica Parker). Claro que não poderia deixar de falar dos filmes que surgiram da série: Sex and The City 1 e 2. 2 filmes bem divertidos e alegres, coisa que aparece muito na série também.


Falando das personagens.... Todas as 4 amigas são maravilhosas. Todas carregam uma bagagem de entendimento muito boa. Me identifiquei muito com o jeito da Miranda que é mais racional sabe? Charllote é a mais sonhadora, princesinha. Carrie parece a mais adulta, mas me deixou com raivinha algumas vezes e Samantha é a mais divertida, a mais engraçada (minha preferida ever). 


Achei que a série era bem pra frente pelo período que ela era produzida (1998-2004), pois falar de sexo abertamente, relação homoafetiva e ter muita cena de nudez é mais comum atualmente e não nos anos 90 e inicio dos anos 2000, concordam? Parabéns para as atrizes que se entregaram tanto num período que esses temas eram mais tabu do que hoje em dia. Arrasaram! Além disso, a série trouxe temas-chave como o papel da mulher na sociedade, HIV/AIDS, uso de preservativo, câncer de mama. 


Vocês já assistiram a série? E os filmes? 

Beijinhos,

Tacy.
© Radar Mexeriqueiro
Maira Gall